OS CORPOS ENERGÉTICOS E OS CHAKRAS

Jorge Salum

Tudo que existe e se manifesta no plano físico, desde uma pedra, uma planta até os animais e o homem, possui, também, uma manifestação de energia mais sutil, que pode ser chamada de campo energético.

Os cientistas utilizam a freqüência da velocidade da luz como uma referência para designar o que é matéria física de energias mais sutis. 

Todas as manifestações físicas que podem ser percebidas com os cinco sentidos vibram numa freqüência abaixo da freqüência da velocidade da luz. Porém, o que podemos chamar de campo energético ou de aura, são manifestações da energia que vibram numa freqüência acima da velocidade da luz e que não podem ser percebidas com os cinco sentidos.

Particularmente nos seres humanos, estas manifestações energéticas que vibram numa freqüência acima da velocidade da luz representam a expressão da personalidade, os sentimentos, os pensamentos e os aspectos espirituais.

Além do copo físico, vibrando numa freqüência mais acelerada, existe o Corpo Etérico, uma cópia energética direta do corpo físico, tanto anatomicamente quanto fisiologicamente e que se sobrepõe a ele. O Corpo Etérico interage energeticamente sustentando, estimulando e energizando o corpo físico. É nele que atuam diretamente a homeopatia e a acupuntura eliminando as disfunções energéticas neste nível, para que, então, a cura possa acontecer no nível físico.

Sobrepondo-se ao Corpo Etérico, vibrando numa freqüência acima, se encontra oCorpo Emocional, também conhecido como corpo astral. Ele está envolvido na expressão das emoções e dos sentimentos. Nele se situam os nossos padrões emocionais de reação, os sentimentos, desejos, anseios, medos e todas as emoções e dores do passado não digeridas nem liberadas que acabam afetando o Corpo Etérico e, por conseqüência, geram doenças no corpo físico.

Vibrando numa faixa de freqüência acima do Corpo Emocional está o Corpo Mental. Ele é o veículo pelo qual a personalidade expressa o intelecto. Os pensamentos, idéias e os conhecimentos racionais e intuitivos são controlados por ele. Nele, também, ficam armazenados os padrões mentais, as crenças e os modelos negativos de vida que condicionam a personalidade. É através dele que podem ser feitas reprogramações que possibilitem recriar a vida e a realidade. As disfunções neste nível, por efeito cascata, vão gerar desarmonia no nível emocional, depois, no nível etérico, até finalmente atingir o corpo físico.

É neles, também, onde atuam as terapias energéticas em geral, tais como a: terapia floral, terapia aura-soma, imposição de mãos, cromoterapia, cristaloterapia, terapia de regressão de vidas passadas e outras.

Além do corpo mental, existe o Corpo Causal, que representa um nível energético superior de existência onde fica armazenado tudo que a alma aprendeu e vivenciou ao longo de suas várias existências no plano físico, assim como o projeto de aprendizado da vida atual e do futuro. A esta parte podemos chamar de, também de Eu Superior, Presença Divina, Espírito Santo, Mestre Interno, Anjo da Guarda ou qualquer outro nome que se deseje empregar. Não se trata de um mestre ou orientador externo, nas sim de uma parte da alma que está diretamente ligada a Deus ou ao Todo, ou ainda, uma parte do todo que se individualiza através da alma.

Assim como existem órgãos e glândulas que regulam o metabolismo no corpo físico, existem “órgão e glândulas energéticas” que regulam o “metabolismo energético” dos corpos mais sutis. Estes órgãos podem ser chamados de chakras ou centros de energia.

O corpo físico para manter a sua atividade necessita da energia do oxigênio que vem do ar e da energia dos alimentos que vem da terra.

Os corpos energéticos, que vibram numa freqüência acima da velocidade da luz, necessitam de um “oxigênio energético” que também vibra numa freqüência acelerada, que está presente no ar, na luz do sol e que pode ser chamado de prana, energia vital, orgone, mana, chi e outros, assim como de “nutrientes energéticos” que vem da terra, através da alimentação. Ou seja, quando respiramos e nos alimentamos além de obter a nutrição física estamos absorvendo energias que não vemos, mas que irão ser metabolizadas pelos chakras em nossos corpos energéticos mais sutis.  

As energias física e sutil do ar e dos alimentos servem apenas para manter o corpo físico e os corpos energéticos. Existe uma outra fonte de energia que vem de um nível energético superior, da parte da alma que está diretamente ligada ao Todo. É o sopro divino, a energia que dá a vida, o ânimo (alma = ânima = animar). É ela que enquanto nos distingue como individualidade, também, nos integra ao Todo.

Sem esta energia que vem da alma nós estaríamos apenas vegetando, tanto no nível do corpo físico, como no nível dos corpos energéticos.

Os chakras são órgãos energéticos que absorvem a energia, transformando-a e redistribuindo-a entre os corpos. Através deles, também, são eliminadas as toxinas energéticas de todo o sistema.

O chakra pode ser considerado, também, como uma “glândula energética” que está relacionada com aspectos da aprendizagem da alma, que tem atuação sobre determinadas partes, órgãos e glândulas do corpo físico.

Nos chakras é onde estão registrados todas as lembranças, traumas, bloqueios e padrões mentais e emocionais condicionantes do passado. São as “glândulas dos sentimentos e dos pensamentos” e representam a personalidade, a maneira de ser e de se expressar no mundo.

 

AS LIÇÕES DA ALMA E AS DOENÇAS DO CORPO

Para facilitar a compreensão pode ser útil pensar no chakra como uma “glândula de aprendizagem”. Cada um dos chakras tem suas lições mentais, emocionais e espirituais específicas a serem desenvolvidas. Como uma glândula, ele pode estar em hipoatividade ou hiperatividade.

A evitação de uma determinada lição vai levar a hipoatividade do chakra e pode redundar num bloqueio do chakra ou num baixo fluxo de energia através dele. É quando se diz que o chakra está bloqueado ou com falta de energia. A nível físico a hipoatividade pode manifestar-se na forma de uma lesão degenerativa, destrutiva ou cancerosa nos órgãos associados ao chakra que foi privado de energia.

Por outro lado, dar excessiva atenção a uma questão mental, emocional ou espiritual de um determinado chakra pode redundar num excesso de fluxo energético através dele. O excesso de atividade de um chakra pode causar hiperestimulação das glândulas e partes do corpo associadas a ele, estimulando uma superprodução de células, na forma de crescimento de tumores e inflamações, etc.

Apresento um modelo de raciocínio com o Chakra da Base para que o mesmo possa ser aplicado nos outros chakras.

Por exemplo, o Chakra da Base está relacionado com as necessidades básicas de sobrevivência, segurança e a capacidade de fixação no plano terrestre. Se ele estiver hipoativo a pessoa vai ter dificuldade de manter-se às suas próprias custas, de ir à luta, de enfrentar dificuldades e de concretizar os seus objetivos. Porém se ele estiver hiperativo a pessoa poderá ser extremamente reativa, impulsiva, gananciosa e combativa.

A capacidade da pessoa aprender cada uma de suas lições específicas está diretamente relacionado com o funcionamento do chakra e com a quantidade de fluxo energético que circula através dele. O grau de sucesso com que a pessoa consegue lidar com as lições inerentes a cada chakra irá determinar a quantidade de fluxo de energia que poderá penetrar em seu corpo físico e a saúde. No caso do Chakra da Base as partes do corpo afetadas seriam a parte do sistema estrutural, coluna, ossos, músculos, tendões, pernas, pés, final do intestino e o sangue.

O que é chamado de doença no corpo físico é, apenas, um sintoma de uma disfunção no nível dos chakras e dos corpos energéticos. Quando o corpo físico adoece, a disfunção energética já existe muitos meses ou anos antes. A causa da doença não está no corpo físico, mas nos chakras, onde estão os padrões mentais e emocionais, ou seja, a maneira como nós vemos e reagimos às outras pessoas e aos eventos da vida.

A doença não é cruel nem punitiva, é a possibilidade que a alma tem para expressar para a personalidade a importância de aprender uma determinada lição. Mostrar a necessidade de fortalecer um propósito, libertar-se de uma limitação, desenvolver uma virtude, estimular uma potencialidade, aprimorar um determinado aspecto. A lição sempre implica numa mudança de valores, de comportamento e de atitudes.

Assim que nós aprendemos a lição, promovemos as transformações interiores, a mudança da maneira de ver e se relacionar com a vida, com os outros e com nós mesmos, não há mais necessidade da doença. A mudança nos padrões mentais e emocionais e o conseqüente reequilíbrio do fluxo da energia nos chakras e nos corpos mais sutis irão se propagar e atingir a cura no nível físico.

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